Donato Deputado PT

SÃO PAULO DNA ÁFRICA: PROJETO GANHA CARTILHA E TEM ABAIXO-ASSINADO

SÃO PAULO DNA ÁFRICA: PROJETO GANHA CARTILHA E TEM ABAIXO-ASSINADO

São Paulo DNA África: projeto ganha cartilha e tem abaixo-assinado

A luta pela aprovação do projeto de lei 631/2023, que institui no estado de São Paulo o programa São Paulo DNA África, ganhou dois importantes reforços: o primeiro é uma cartilha impressa (que também pode ser acessada aqui no site do deputado Donato, no formato PDF) contendo o detalhamento da proposta.

O segundo reforço é o lançamento de um abaixo-assinado em apoio à aprovação do projeto de lei 631/2023 (assine aqui).

A cartilha reproduz a participação de Donato no podcast PoddaPreta, conduzido pela socióloga Ruth Lopes, no qual explica o que é o projeto São Paulo DNA África, idealizado pela ex-vereadora Claudete Alves.

A proposta autoriza o Executivo estadual a fornecer gratuitamente teste de DNA para sequenciamento e mapeamento genético de ancestralidade de DNAEBs (Descendentes de Negros Africanos Escravizados no Brasil). A iniciativa tem a finalidade de localizar a origem geográfica e familiar da população com ascendência negra africana.

O texto do projeto sugere que os exames sejam realizados nas unidades da rede pública de saúde, podendo ser feitos também em parcerias com entidades públicas ou privadas para oferecer os testes.

Respostas de 3

  1. Prezado Donato,

    Só hoje (10/01/26) tomei conhecimento do PL 631/23 e fiquei muito feliz por saber da iniciativa.

    Sou um homem branco (segundo a perspectiva do privilégio inerente em nossa sociedade), porém sou afrodescendente e consegui identificar e nomear ao menos dois de meus ancestrais africanos do século XVIII e sei pela genética que tenho outros que, infelizmente, ainda não pude identificar.

    Pela simples iniciativa de facilitar a testagem de uma população sub-representada nos bancos de dados das empresas que oferecem esses testes no Brasil (p.ex. a Genera), o PL já conta com meu apoio. Que um dia se torne uma política reparatória (resgate da ancestralidade) nacional.

    Mas tenho uma questão: se o PL for aprovado, o teste será feito por algum laboratório específico?

    E tenho um comentário fundamentado em minha experiência como genealogista: os laboratórios hoje disponíveis costumam ser precisos na identificação das origens globais (África, América, Ásia, Europa) de seus clientes, mas ainda são pouco (ou nada) precisos na identificação das etnias dentro de cada região.

    Assim, dependendo do laboratório, eu tenho de 21% a 25% de DNA subsaariano. Esse percentual já foi maior, mas foi recalculado. Os percentuais variam muito e mesmo as regiões identificadas podem ser diferentes entre laboratórios. Só para ficar com um exemplo, um laboratório me dá 12% de ascendência africana ocidental enquanto outro me dá apenas 1,3%.

    Isto posto, é preciso explicar com clareza o que o resultado de um teste desses vai apresentar ao cidadão.

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